Sucessão Patrimonial

A sucessão patrimonial é feita para que o processo de sucessão possa ser realizado de forma que tenha validade legal e que atenda os interesses do investidor. Proprietários podem e devem se preocupar ainda em vida com o que será feito com seus bens em caso de sua morte. Entenda melhor:

Sucessão patrimonial – o que é? 

A sucessão patrimonial, de maneira bem simplificada, pode ser uma forma de organizar e destinar o patrimônio entre os herdeiros, feita pelo próprio proprietário dos bens de acordo com sua vontade. Quando ela é planejada, é uma forma de evitar aquelas longas disputas judiciais por bens de pessoas falecidas, algo que causa muito desgaste e gastos, que muitas vezes podem até superar o valor do patrimônio deixado. 

A sucessão patrimonial também é uma pode ser realizada de uma maneira ótima, evitando que se tenha que pagar excesso de impostos sobre herança, o Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação (ITCMD).

A lei brasileira exige que 50% do patrimônio seja repassado aos filhos, pais ou e cônjuges do falecido. No entanto, com a ajuda de especialistas é possível planejar de forma mais consciente.

Inclusive é indicado que as pessoas não deixem essa prática de planejamento para uma idade mais avançada ou em caso de doenças graves, como é comum, especialmente em casos de posse de uma empresa familiar, mesmo por pessoas jovens e saudáveis. 

Nessa situação, uma das soluções conhecidas é a criação de empresas no modelo holding familiar. Mas as outras formas de facilitar a sucessão patrimonial são:

  • Testamento;
  • Doação em vida;
  • Previdência privada;
  • Seguros de vida; 
  • Fundos de investimentos;
  • Criação de estruturas no exterior, etc.

Uma empresa especializada em investimentos (com conhecimento sobre o assunto) pode te ajudar a planejar e administrar os processos de sucessão patrimonial, orientando sobre as melhores opções conforme as especificidades de cada caso.

Entre em contato e saiba mais sobre todas as possibilidades e como é possível evitar gastos desnecessários e incertezas em relação ao futuro dos seus bens.